::Perfil::
Quem?: SauloMan
Idade: Nascido em 1980
Mania: As piores e melhores
Gosta: Trocar Idéias
Odeia: Inveja e mentira
Icq: Ainda não tenho...
E-mail: saumanbg@hotmail.com
...................
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.::ComuniCaos::.
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Quase Madalena
::Créditos::

Convite da Loucura
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
- CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas.
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

Postado
por Sauloman(11:55 AM)
Comentários:
Achei essa crônica muito boa. Leiam, riam e reflitam!
A política está tão repulsiva que vou falar de outro assunto. Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo! Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha? As mulheres não são mais para amar, nem para se fazer sexo com elas. São para "ver". Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones? Prometem-nos um prazer impossível, algo de metafísico, para o qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas na TV, com suas bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os "bábaspectadores" se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura.
Os machos estão com medo das "mulheres-liqüidificador". O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas almejam ser, é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "valentina", a "barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico prazer. Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há.
Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos do mesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores "acéfalos" como o Szafir, para o Robô-Xuxa.
A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres. Ilusão a toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: super-objetos, se pensando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde as pobres meninas famintas de amor e dinheiro. São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades.
Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são "areia demais para qualquer caminhão". Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens que trabalham mais e ganham menos, têm medo de perder o emprego, vivem nervosos e fragilizados com seus "piu-pius" trêmulos, decadentes, a meia-bomba, com seu desempenho duvidoso, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.
Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Luciano Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeurs, babando por impossíveis deusas da vulgaridade.
Ah que saudades dos tempos das "bundinhas e bustos normais" e "disponíveis"...pois bem.
Com certeza a televisão tem criado os "sonhos de consumo" descritos tão bem pela minha língua ferrenha. Mas, ainda existem mulheres de verdade. Mulheres que sabem valorizar o que têm "dentro de casa". E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir uma música do Paulinho Moska ou de Ravel sem medo de parecer o "tio da sukita" ou "aquele cara metido a intelectual". Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Cartas (ou e-mails) românticos. Escutar no som do carro aquela fitinha velha de algum bom rock'n'roll ou o CD dos Carpenters (chega a ser meio breguinha... mas é bom!!!), namorar escutando estas musiquinhas tranqüilas.
Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado semi-gay" com uma "Saradonaacéfala" o papo deve ser do tipo "meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil. Ah querido, o meu personal trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nem vou precisar de plástica". Para bom entendedor... meia né?
E a música??? Se não for o "último" "sucesso (????)" dos Travessos ou Chama-Chuva... é BONDE DO TIGRÃO!
Mulheres do meu Brasill!!! Não deixem que criem estereótipos!!! Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza!!! Silicone é para as americanas que não possuem a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E, se os seus namorados pedirem para vocês ficarem iguais a feiticeira, fiquem ...igual a Feiticeira dos antigos seriados de TV: Façam-nos sumir!!!" Porque a vida de um casal feliz vai muito, mas muito além de bundas, peitos e corpos perfeitos....
(Autor)
Postado
por Sauloman(12:16 PM)
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Postado
por Sauloman(12:12 PM)
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Pessoal, todos já se mobilizaram pró campanha "Fome Zero". No entanto, engolir seco é foda
Postado
por Sauloman(12:06 PM)
Comentários:

Era uma vez um menino. Ele tinha muitos amigos e adorava brincar com seus bonecos "Comandos em Ação". Com o tempo esse menino cresceu e, como todo homem em formação, conheceu uma colega de sala e se apaixonou. Era uma paixão platônica, daquelas típicas de colegial, que acabou com o tempo. Bem, o tempo, ele passou e o garoto amadureceu um pouco. Deixou as farras e o "mulheriu indócil" de lado. A paixão bateu à sua porta novamente, porém não mais de forma platônica. Havia reciprossidade. Uma mulher que gostava dele, talvez mais do que ele gostava dela. Anos se passaram e o tempo, de novo ele, impiedoso desgastou o relacionamento. Seu sonho, a mulher dos seus sonhos não passava de sonho. Sua vida estava sem sentido, sem guia, sem amor. Mas o tempo, de novo ele, impiedoso, mudara o mundo, as pessoas...., até seus amigos não eram mais aqueles de "tempos" atrás..... Aos poucos, com muito sofrimento, mas muita vontade de ser feliz, ele reergueu-se, reencontrou-se......... Passou a ver a vida como ela é e aceitou seu coração como ele é. Um belo dia, quando menos esperava encontrou sua princesa, não mais aquela dos contos de fadas(ela não existe), mas uma mulher com perfeitas imperfeições que hoje o faz chorar e sorrir...... Sinal que seu coração está vivo, amando e que nunca vai parar de amar e ser amado, seja por ela ou por outra princesa de perfeitas imperfeições.
Sauloman
Postado
por Sauloman(11:32 AM)
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Tom, você sempre com músicas e textos interessantes. Essa é em sua homenagem, irmão!
O Anel
Há muito tempo, numa cidade qualquer do interior, um jovem que vivia desanimado dirigiu-se ao seu professor:
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa que não tenho forças para fazer nada. Me dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse-lhe:
- Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudar. Devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa lhe ajudar.
- Claro, professor - gaguejou o jovem, logo se sentindo outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.
O professor tirou um anel que usava no dedo mínimo e deu ao garoto, dizendo:
- Pegue o cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho de pagar uma dívida. É preciso que você obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vai e volta com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava a moeda de ouro, alguns riam, outros saiam, sem ao menos olhar para ele. Só um velhinho foi amável, a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e, assim, receber ajuda e conselhos.
Já na escola, diante de seu mestre, disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem... ¿ o professor disse, sorridente - Devemos saber primeiro o valor do anel. Pegue novamente o cavalo e vá até o joalheiro. Quem poderia ser melhor para saber o valor exato do anel? Diga-lhe que quer vender o anel e pergunte quanto ele lhe dá. Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não o venda... Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO!!! - exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que, com tempo, eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado à escola para contar o que ocorreu. Depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, o professor disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um "expert". Pensava que qualquer um podia descobrir seu verdadeiro valor?
E, dizendo isso, voltou a colocar o anel no dedo.
Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos, andamos por todos os mercados da vida, pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Porém ninguém, além do Grande Joalheiro, sabe o nosso valor!
Postado
por Sauloman(11:22 AM)
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Agora......
Parece uma eternidade.
O momento, parece uma vida.
Um dia parece um segundo.
Cada instante que passa
nos leva a crer que não voltará....
Será???
E se tudo isso, toda essa "realidade" for irreal, surreal?
Quem sabe a teoria base da trilogia Matrix é verdadeira.....
E se todos nós fossemos um joguete
um objeto de um experimento?
Mas é isso que somos.
Se não de um experimento de alguém,
sim de um experimento nosso.
Por quê nos olhamos, hoje, no espelho e nos achamos enormes de gordos,
e amanhã nos achamos magrinhos?
Porque enxergamos o que queremos.
Somos o que queremos ser.
Vivemos o que queremos viver.
Gostamos de quem e do que queremos gostar.
Então faça sua realidade, construa seu futuro, ou seu presente...
....................................ou seu passado.
O tempo não importa....
...........
...ele é atemporal.
Sauloman
Postado
por Sauloman(11:36 AM)
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Postado
por Sauloman(11:22 AM)
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Uma amiga que mora nos Estados Unidos e que conheci pelo mirc me mandou esse texto. Ele é um pouco grande mas é muito bom. Vale a pena ler!
A MARCA QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
(autor desconhecido)
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da
nossa vizinhança.
Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda
da sala.
Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado
enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma
pessoa legal.
O nome dela era: "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não
soubesse.
"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer numero de telefone e
até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em
que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem
mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A
dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha
ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em
frente a cômoda da sala.
Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido.
Alguém atendeu e eu disse: "Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu
ouvido:"Informações."
-"Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora
que eu tinha audiência.
-"A sua mãe não esta em casa?", ela perguntou.
-"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava.
-"Está sangrando?"
-"Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
-"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
-"Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer
motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde
ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me
ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e
frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação,
por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança
que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: "Por que é
que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente
para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou
mansamente:
"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar
também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão
familiar. -"Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta
da minha amiga.
"Uma informação, por favor" pertencia àquele velho aparelho telefônico preto
e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico
branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam
da minha memória.
Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar
o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo
como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as
ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma
escala em Seattle.
Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.
Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da
operadora daquela minha cidade natal e pedi:
"Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem,
dizendo: "Informações."
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se
escreve 'exceção'?"
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu
dedo já melhorou, Paul."
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse.
-"Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
-"Eu imagino", ela disse.
-"E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não
tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse." Eu contei
para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia
visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
-"É claro!", ela respondeu. "Venha ate aqui e chame a Sally."
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma
voz diferente respondeu : "Informações."
Eu pedi para chamar a Sally.
-"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
-"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."
-"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período
porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas."
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
-"Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
-"Sim."
-"A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu
guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você." A mensagem dizia:
"Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente
pode cantar também. Ele vai entender."
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Postado
por Sauloman(9:38 AM)
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Mil Razões para Viver
Uma família feliz.
Uma namorada, ou mulher, carinhosa...
meiga, linda...
...e que te ama.
Sucesso na escola, faculdade, curso.
Sucesso profissional.
Uma conta bancária recheada....
Um filho doutor...
Uma filha doutora....
....mesmo com tudo isso
as pessoas sofrem,
as pessoas matam,
as pessoas morrem,
e o mundo continua o mesmo,
e as pessoas continuam as mesmas.
Mesmo que você não tenha tudo isso,
você tem pelo menos uma dessas coisas.
Dê valor ao que você tem,
às suas conquistas!
e, mesmo que seja única,
valerá por mil....
SauloMan
Postado
por Sauloman(12:35 PM)
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Escalada

Na vida é difícil descrever quais e quantos são os tipos e estereótipos existentes. No entanto é fácil, para quem entende, identificar aqueles (tipos) que estão em níveis de amadurecimento diferentes. É essa a explicação, ou melhor, a prova de que a vida é uma escalada. Uns ainda encontram-se lá em baixo, já outros parecem estar no céu. Isso não implica que fulano seja melhor que beltrano, ou que seja mais inteligente, mas sim atento às provações da vida, tanto que "amadureceu" com elas. Então, pare, preste atenção. Na vida as coisas se repetem, só os erros que não podem se repetir. Somos testados a todo instante e situações acontecem como num ciclo vicioso. Se você já aprendeu com um erro antigo, um obstáculo, ele será facilmente transposto, mas se não, será uma pedra em seu sapato. Ah, será essa a explicação para aquela sensação, ou impressão, de que já tínhamos passado por "aquilo" antes, ou em outra vida? Pense!
Postado
por Sauloman(10:45 AM)
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Amar é viver

Na vida o conceito de alma e homem, se confundem.
Anda mais quando o homem, ou a alma estão na plenitude de seus sentimentos.
Quando é meticuloso, perverso, impiedoso, o ser humano vira homem.
Mas quando é bom, amável, amigo, companheiro, sincero...
Diz-se que fulano é uma "boa alma"
Mas se é alma e homem, como pode ser eterno, ou como pode morrer?
Perante o catolicismo o homem é um filho de Deus,
Sua imagem e semelhança
Mas para a igreja o homem tem alma que deixa de ser sua quando morre.
E para os espíritas, e não espíritos, o que é o homem, ou a alma?
Para eles, espíritas, existem os espíritos de luz e os das "trevas",
E os das trevas podem virar luz.
Estes podem viver várias vidas até atingir a plenitude espiritual,
Mas para isso precisam morrer.
Eu não acho que seja assim
Assim como existem coisas boas e ruins, existem homens-almas bons e ruins...
E existem várias vidas, não para os espíritos das trevas!
Mas sim para os amantes iluminados.
Um amor é uma vida
Uma vida pode ter vários amores, ou melhor,
Um homem-alma pode ter várias vidas
E relembrando a matemática
O número de vidas é proporcional ao número de amores
A vida, ou amor é um aprendizado;
Você vive uma ou várias vezes
Morre e ressuscita!
Renasce e aprende!
Como é bom viver!
Amar!
Feliz daquele que vive várias vidas-amor-homem-alma!
Postado
por Sauloman(1:33 AM)
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